quinta-feira, 22 de julho de 2010

Atendimentos atuais

Meu nome é Fabio Antunes, e sou terapeuta holístico e presto consultoria em Dependencia Química nas empresas, muitas organizações tem uma grande preocupação quanto ao problema, mas outras, não estão se atentando para o que está afetando o desempenho dos colaboradores, antes de provocar afastamento, e outros afastamentos mascarados como, sindrome de panico, depressão, ansiedade, ler, entre outras, ocorridos por maus habitos, os funcionários procuram o serviço médico, informando depressão, mas está sendo ocasionado pelo consumo de maconha, alcool, etc. Mas nossos centros médicos não possui grande informação sobre o assunto, e acaba medicando o paciente, e esse paciente passa ultilizar esses medicamentos de forma incorreta, ocasionando danos maiores ao organismo.
As empresas que implantaram programas de prevenção e tratamento, tiveram bons resultados mas é um trabalho medio e longo prazo, mas o resultado é excelente, estima-se que a economia em tratar o colaborador, possui custo 40% menor, que demitir e contratar, um novo e treina-lo para a função, podendo correr o risco de contratar outro dependente ou futuro dependente.

Grato pela atenção.

Fabio Antunes

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Uso e abuso de medicamentos no brasil


Segundo o Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas (Cebrid), no Brasil o uso de calmantes entre estudantes supera o da maconha.

"Desde 1987, fazemos levantamento do consumo ilícito de drogas entre estudantes. No último que fizemos, aparecem primeiro o álcool e tabaco. Depois, vêm os inalantes, como cola de sapateiro e fluído de isqueiro, os benzodiazepínicos (calmantes), e depois maconha e anfetaminas (inibidores de apetite)", afirma.

Acho importante abordar essa situação porque, para a saúde pública, as drogas ilegais, legais e prescritas podem apresentar danos comparáveis. Nós sabemos que, de todas as drogas, as mais danosas são duas legais, o álcool e o tabaco. E, entre as que não são ilegais, existe ainda o problema dos medicamentos que podem causar dependência.
De acordo com médicos consultados pelo G1 são três as principais classes de remédios que podem causar dependência: benzodiazepínicos (calmantes), anfetaminas (inibidores de apetite) e opióides (analgésicos).

Um levantamento domiciliar de âmbito nacional sobre o uso de drogas psicotrópicas mostrou que, em 2002, 3,3% dos entrevistados já haviam consumido calmantes pelo menos uma vez na vida. No levantamento seguinte, em 2005, passou para 5,6% do total de entrevistados (7.939 pessoas nas 108 maiores cidades do país). O aumento foi de 70%.

Especialistas consultados pelo G1 destacam que a dependência em medicamentos também é favorecida pelo comportamento de profissionais que atendem nos consultórios.

Estou cansada de ouvir mulheres que tomam antidepressivos prescritos por seus ginecologistas. (...) As pessoas vão procurar remédios médicos para emagrecer e saem com fórmulas que têm ansiolíticos e outras substâncias que interferem no funcionamento psíquico

Geralmente, o abuso de remédios começa com uma situação que o próprio médico passa ou um familiar começa a fazer uso, e aí o marido ou a esposa começa a usar, mas não de uma forma médica, de uma forma própria. (...) É uma expectativa milagrosa, uma expectativa mágica sobre o remédio. Os pacientes não têm paciência em tomar [da forma correta], em ter outras condutas, em ter alternativas que possam ser mais naturais, como terapia, exercícios, namoro.

Qualquer um compra uma receita ou remédio em qualquer canto. Na internet, pode-se comprar remédio controlado, qualquer tipo de medicação. Existem também profissionais negligentes, que vendem receita sem acompanhar o paciente. Hoje você compra uma receita controlada por R$ 50, R$ 60."

Quem controla a propaganda de remédios no Brasil é a Anvisa. A agência informou que desde o ano passado já vigora uma resolução que regula o contato entre médicos e indústrias e estabelece limites para essa relação.

Temos que nos atentar para o abuso de medicamentos e a utilização incorreta desses medicamentos e analisar de que forma podemos evitar a utilização dos medicamentos, pois eles até ajudam no tratamento de alguns casos mais o abuso está para pessoas que nem estão sentindo a dor, ansiedade, depressão, e sim estão utilizando para amenizar a abstinência, que muitas vezes é maior que a percepção sobre o abuso por parte da sociedade, afirma o terapeuta Holístico, Fabio Antunes.