como funciona.
Está diretamente relacionada ao desenvolvimento de qualidades que extrapolam questões comerciais dos funcionários, tais como: ética, compaixão, altruísmo, solidariedade, entre outros sentimentos e sensações positivas que podem ser afloradas no ser humano.
Objetivo
Desenvolver qualidades nos profissionais como: humildade, gratidão, saber perdoar etc.
Pré-requisito
Ter a mente aberta para trabalhar com a diversidade de opiniões existentes dentro da organização.
Dificuldades
Confusão entre espiritualidade x religiosidade.
Crença de algumas empresas que poderão gerar conflitos religiosos entre os colaboradores.
Benefícios
Facilita a obtenção dos melhores resultados, com menor nível de estresse e melhoria da qualidade de vida, com menor nível de conflitos entre as pessoas.
produtividade e qualidade superior, com eficácia e sabedoria.
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
domingo, 13 de setembro de 2009
Uso de anabolizantes na Paraiba
Uso de anabolizantes chega a 20,6% (10/09/2009)
Uma pesquisa realizada no Departamento de Fisiologia da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), revela que 20,6% dos jovens que frequentam academias de ginástica e musculação na capital usam ou já usaram comprimidos anabolizantes.
A média de idade destes jovens é de 18 á 28 anos que praticam academias principalmente na zona Sul e na zona Norte de João Pessoa. A pesquisa foi realizada pelo Grupo de Pesquisa sobre Recursos Ergogênicos, coordenado pela professora Phd., Raquel Linka.
Drogas utilizadas para potencializar rendimento muscular podem provocar lesões no corpo e levar até à morte
Foram distribuídos 510 questionários em 52 das 102 academias existentes em João Pessoa com perguntas a respeito do uso de esteróides anabolizantes e complexo vitamínico de uso veterinário (ADE) e óleo mineral.
Os resultados surpreenderam os pesquisadores. Ulival Magno, professor de educação física e proprietário de uma academia, integrante do grupo que realizou a pesquisa, informou que os problemas causados pelo uso desses remédios afetam todo o sistema corporal e psicológico. Dentre os entrevistados, 60% confirmaram dores locais; 50% disseram apresentar febre local; 16% constataram incidência de nódulos e furúnculos e 6,7% tem taquicardia. 57% recebem indicações de amigos e 26,7% decidem tomar por conta própria. 11% usavam o ADE, que é injetado diretamente no músculo para aumentá-lo.
As drogas mais procuradas são Durateston, Decadurabolin e Winstron.
Os comprimidos usados por pessoas que querem obter um aumento rápido da massa muscular são vendidos legalmente nas farmácias, com receitas médicas que ficam retidas (receita azul).
De acordo com Sérgio Brindeiro, da Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa), a complicação está no mercado paralelo, onde ele pode ser adquirido facilmente por qualquer pessoa. ´´O desafio de todos é justamente localizar esses medicamentos e a forma como são comercializados´´, reconheceu.
A fiscalização das ocorrências no município é de responsabilidade da Agência de Vigilância Sanitária (AVS). De acordo com a fiscal Raquel de Queiroz, a academia pode ser autuada se for constatada a comercialização. Em caso de infração, a multa varia de R$300 a R$ 50 mil.
A legislação estadual determina que as academias deixem à vista informações com orientações sobre o uso dos esteróides.
Esta é a melhor maneira para se combater o problema: com educação.
A promotora de Justiça dos Direitos da Saúde de João Pessoa, Maria das Graças Azevedo, está incentivando a criação de uma campanha ampla com a finalidade de instruir os jovens dos males do uso de anabolizantes.
Estão convocados para o esforço os proprietários de academias, secretarias municipais de Educação e Saúde, Secretaria Estadual de Esporte e Conselho Regional de Educação Física.
Nos próximos dias será marcada uma reunião para que as ações sejam definidas.
A população pode ligar para o disque denúncia da Agevisa: 3281 5933 ou para o número gratuito da Agência de Vigilância Sanitária de João Pessoa 08000 281 4020.
Autor: Editoria Dia-a Dia
Fonte: O Norte
Uma pesquisa realizada no Departamento de Fisiologia da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), revela que 20,6% dos jovens que frequentam academias de ginástica e musculação na capital usam ou já usaram comprimidos anabolizantes.
A média de idade destes jovens é de 18 á 28 anos que praticam academias principalmente na zona Sul e na zona Norte de João Pessoa. A pesquisa foi realizada pelo Grupo de Pesquisa sobre Recursos Ergogênicos, coordenado pela professora Phd., Raquel Linka.
Drogas utilizadas para potencializar rendimento muscular podem provocar lesões no corpo e levar até à morte
Foram distribuídos 510 questionários em 52 das 102 academias existentes em João Pessoa com perguntas a respeito do uso de esteróides anabolizantes e complexo vitamínico de uso veterinário (ADE) e óleo mineral.
Os resultados surpreenderam os pesquisadores. Ulival Magno, professor de educação física e proprietário de uma academia, integrante do grupo que realizou a pesquisa, informou que os problemas causados pelo uso desses remédios afetam todo o sistema corporal e psicológico. Dentre os entrevistados, 60% confirmaram dores locais; 50% disseram apresentar febre local; 16% constataram incidência de nódulos e furúnculos e 6,7% tem taquicardia. 57% recebem indicações de amigos e 26,7% decidem tomar por conta própria. 11% usavam o ADE, que é injetado diretamente no músculo para aumentá-lo.
As drogas mais procuradas são Durateston, Decadurabolin e Winstron.
Os comprimidos usados por pessoas que querem obter um aumento rápido da massa muscular são vendidos legalmente nas farmácias, com receitas médicas que ficam retidas (receita azul).
De acordo com Sérgio Brindeiro, da Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa), a complicação está no mercado paralelo, onde ele pode ser adquirido facilmente por qualquer pessoa. ´´O desafio de todos é justamente localizar esses medicamentos e a forma como são comercializados´´, reconheceu.
A fiscalização das ocorrências no município é de responsabilidade da Agência de Vigilância Sanitária (AVS). De acordo com a fiscal Raquel de Queiroz, a academia pode ser autuada se for constatada a comercialização. Em caso de infração, a multa varia de R$300 a R$ 50 mil.
A legislação estadual determina que as academias deixem à vista informações com orientações sobre o uso dos esteróides.
Esta é a melhor maneira para se combater o problema: com educação.
A promotora de Justiça dos Direitos da Saúde de João Pessoa, Maria das Graças Azevedo, está incentivando a criação de uma campanha ampla com a finalidade de instruir os jovens dos males do uso de anabolizantes.
Estão convocados para o esforço os proprietários de academias, secretarias municipais de Educação e Saúde, Secretaria Estadual de Esporte e Conselho Regional de Educação Física.
Nos próximos dias será marcada uma reunião para que as ações sejam definidas.
A população pode ligar para o disque denúncia da Agevisa: 3281 5933 ou para o número gratuito da Agência de Vigilância Sanitária de João Pessoa 08000 281 4020.
Autor: Editoria Dia-a Dia
Fonte: O Norte
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